quarta-feira, 11 de agosto de 2010

dica de leitura:

COMO LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS
Guia prático para melhorar os seus relacionamentos

A vida seria perfeita se não tivéssemos atrito uns com os outros, não é mesmo? Há quem diga que chegaria até mesmo a ser monótona. Como a realidade é bem diferente, claro que existem pessoas mais maleáveis, de fácil acesso a todos, assim como aquelas que são mais difíceis de se aproximar. É sobre estas pessoas mais difíceis que gostaria de falar.
"Como lidar com pessoas difíceis" é um livro que pode auxiliar a identificarmos os tipos de comportamentos das pessoas que tornam o convívio difícil. Além de ajudar a reconhecer estes tipos de personalidades, trás dicas de como aprender com cada uma delas. Aprender como são essas pessoas e saber se sair bem em situações adversas podem fazer toda a diferença em nossos relacionamentos, independente de quais sejam.
O livro tem uma linguagem simplista e é de fácil aprendizagem. Ao citar cada comportamento, os autores procuraram criar exemplos, e utilizá-los trazendo situações do cotidiano, o que ajuda na absorção do conteúdo.
Se você às vezes se depara em meio a um diálogo com alguém que reconhece ser mais difícil, e prevê um atrito no meio do bate papo, dê uma espiadinha neste livro, e descubra como essas conversas, situações podem ser mais interessantes e agradáveis.
(A B2 possui um exemplar deste livro em seu acervo. Para reserevá-lo, faça sua solicitação atráves a intranet.)
Boa Leitura!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

MENOS MARKETING, MAIS CONSCIÊNCIA

Sustentabilidade e Geração de Valor

(por David Zylberstajn e Clarissa Lins, para o Valor)


Pauta obrigatória para qualquer empresa nos dias de hoje, a sustentabilidade precisa ser encarada no Brasil por outros prismas além do marketing. Esse é um dos alertas lançados em “Sustentabilidade e Geração de valor – A Transição para o século XXI”. Organizado pelo ex diretor da Agência Nacional de Petróleo David Zylberstajn e pela economista Clarissa Lins, diretora executiva da Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável (FBDS), o livro reúne textos de Israel Klabin, Sérgio Abranches, Celso Lemme, Gesner Oliveira, Marcelo Morgado, José Luiz Alqueres, Jerson Kelman e Célia Rosemblum.

O livro surgiu da necessidade, não de esgotar o tema, esclarecem os organizadores, mas de impulsioná-lo como objeto de reflexão e ação que informem novos modelos de desenvolvimento. Embora reconheçam que os princípios de sustentabilidade integram os manuais de ética de boa parte das empresas brasileiras, os articulistas reclamam da demora em efetivar o que preconizam. Boa parte dos empresários no Brasil ainda não teria percebido que práticas de desenvolvimento sustentável agregam valor aos negócios – e não apenas pela visibilidade positiva que as companhias obtêm, mas pela economia real no reaproveitamento de recursos. No entanto, há bons exemplos de iniciativas que se destacam como o do fabricante de bebidas que se preocupa em reduzir a água consumida por litro de produto final e a seguradora envolvida em projetos de educação para o trânsito, lembra o cientista político Sergio Abranches. São cuidados da mesma feição dos adotados na produção do próprio livro, impresso em papel reciclado.
O empenho genuíno de alguns setores, como o de geração de energia, em minimizar o impacto de suas atividades sobre o ambiente e os reflexos na qualidade de vida das populações contrasta com o que o diretor do FBDS, Israel Klabin, classifica como a acomodação do empresariado brasileiro, que decorreria da “escassez de políticas públicas”na área ambiental. Para Klabin, o Brasil ignora a importância da agenda ambiental, mantendo modelos anacrônicos de desenvolvimento. Os pequenos avanços nesse campo estariam em uma nova atitude do que integram no conceito de sustentabilidade a inclusão social, que, aos poucos, deixou de ser percebida como filantropia, acredita Klabin.
A urgência em adotar práticas sustentáveis é clamor encontrado em todos os textos, que, mesmo sem adotarem um tom alarmista, enfatizam que as mudanças climáticas já começaram, ameaçando não apenas a sobrevivência dos negócios, mas todo o planeta. Segundo Sérgio Abranches, as empresas que mais rapidamente conseguirem eliminar o impacto de suas emissões de carbono no processo produtivo terão claras vantagens perante as concorrentes.
Além de exposições sobre experiência dos programas ambientais implantados pelo setor energético brasileiro por concessionárias de energia, como a Light, o livro traz análise minuciosa sobre um aspecto pouco contemplado fora do âmbito profissional – o papel da imprensa na abordagem da sustentabilidade. Célia Rosemblum, editora do Valor, observa em seu antigo que o assunto só conquistou espaço destacado nos noticiários por volta de 2006 (com o lançamento do documentário “Uma verdade inconveniente” - apresentado por Al Gore), quase 20 anos depois de ter sido considerado questão estratégica pela ONU. Ainda assim, o novo enfoque da sustentabilidade, segue em ritmo mais lento “do que requerem os termômetros e as aparentemente insuperáveis desigualdades”, diz Célia. Como o assunto ainda não é consenso, ela acredita que cabe a mídia abordá-lo diariamente, sem limitar-se a função de “holofote”buscando distinguir iniciativas sustentáveis – mas sem deixar-se levar por excesso de simpatia pela defesa da sustentabilidade.
Para Célia, a imprensa deve contribuir para a disseminação do conceito, de modo que se enriqueça o debate e a sociedade possa escolher os modelos que julgar mais adequados.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Preços, tecnologia e Estado são a parte menor da história



Sustentabilidade

(Por Ricardo Abramovay, para o Valor, de São Paulo)

É preciso muito mais que preços corretos, inovações tecnológicas e capacidade de fazer cumprir leis para que o uso dos recursos necessários á reprodução das sociedades humanas seja compatível coma manutenção dos serviços básicos que lhes são prestados pelos ecossistemas. Ainda que essenciais, esses três elementos (preços, tecnologias e Estado) pouco adiantarão se não fizerem parte da economia de profunda mudança, que vá além de instituição e incentivos e atinja o cerne das motivações e do próprio sentido que as pessoas imprimem a suas vidas. Ultrapassar o consumismo em direção a comportamentos sustentáveis exige transformações na própria cultura das sociedades contemporâneas.

É bem verdade que, nos últimos 30 anos, a chamada ecoeficiência ampliou-se de maneira nítida: elevaram-se não apenas a produtividade do trabalho, mas os rendimentos tanto na terra como do próprio uso das matérias primas e da energia. Cada unidade de dólar ou de euro produzida hoje contém um terço menos de matérias-primas que há três décadas. Isso não seria alcançado sem políticas ambientais, mudanças no sistema de preços e novas tecnologias.

No entanto, nesse mesmo período, apesar do inegável progresso, aumentou em 50% o montante daquilo que se extrai da terra para produzir bens e serviços. Se cada indivíduo tivesse o padrão de consumo médio dos americanos, o planeta só teria lugar para um quarto dos que nele hoje vivem. Em outras palavras, não basta aumentar a eficiência, produzindo e consumindo cada vez mais.

Não é a primeira vez que a Worldwatch Institute dedica seu relatório anual, já na sua 26ª edição, á questão da relação entre consumo e sustentabilidade. A novidade, agora consiste em abordar o tema sob o ângulo da cultura. Três pontos merecem destaque neste livro que, numa linguagem acessível ao leitor não especializado, consegue traçar um panorama abrangente do consumismo, ou seja, do “padrão cultural que conduz as pessoas a achar significado, satisfação, e reconhecimento fundamentalmente por meio do consumo de bens e serviços”.

Em primeiro lugar, o consumismo nada tem a ver coma suposta soberania do consumidor ou com a ampliação de suas oportunidades e escolhas. A compulsão ao consumo não é o resultado espontâneo da natureza humana, em que mais teria seria sempre melhor, e sim uma construção social, cujos principais beneficiários podem ser claramente identificados. Há números expressivos.

Em 1983, a publicidade dirigida a crianças nos EUA atingia US$ 100 milhões. A cifra hoje vai a US$ 17 bilhões. Os gastos com publicidade crescem hoje cerca de 10% ao ano em países como a China e a Índia. O faturamento global com propaganda e marketing, em 2008, foi de quase US$ 650 bilhões. Nos EUA, crianças e jovens gastam mais tempo na frente da televisão do que em qualquer outra atividade, salvo o sono. 19% dos bebês americanos com menos de um ano tem um aparelho de televisão no quarto. Quase dois terços das escolas americanas recebem uma porcentagem da renda das máquinas de vender refrigerantes e guloseimas e um terço delas são financeiramente premiadas quando ultrapassam determinado nível de vendas.

Esses são apenas exemplos de um movimento mais amplo em que empresas, governos, mídia, escolas, religiões convergem, ainda que de forma não explicitamente coordenada, no sentido de estimular valores e comportamentos em que a posse de cada vez mais bens e serviços associa-se de forma quase direta à realização existencial das pessoas.

E daí? A visão crítica desse movimento não será uma expressão tradicionalista contra o próprio processo de modernização, que faz do individuo o epicentro da organização social e se apóia totalmente em sua autonomia? Com que autoridade alguém pode questionar a capacidade de os indivíduos independentes e soberanos fazerem as escolhas que mais lhes convêm? Não se esconde por trás dessa postura crítica uma visão autoritária da própria organização social?
O segundo aspecto interessante do livro do Worldwatch Institute é mostrar que o bem estar dos indivíduos não guarda proporção direta com o aumento de sua renda e muito menos com a elevação de seu consumo. Nos EUA, as pesquisas em psicologia econômica mostram que o sentimento subjetivo de felicidade não se amplia desde 1975, apesar da espetacular elevação do PIB. Pior: as expressões materiais dos prejuízos do consumo excessivo vão se tornando nítidas no fato de que por exemplo, as formas severas de obesidade, que atingiam 15% dos americanos no início dos anos 1970 chegam hoje a um terço da população.

Além disso, em vez de o aumento da produtividade do trabalho (que dobrou, nos últimos 40 anos), traduzir-se em redução no tempo de trabalho dos indivíduos, maior espaço para lazer, cultura, vida familiar e comunitária, a jornada média de trabalho nos EUA aumentou de 1700 horas em 1970 para 1880 em 2006. Mais tempo de trabalho significa não apenas elevação do stress, mas também mais refeições feitas fora de casa e, sobretudo o incentivo à idéia de que o sacrifício no trabalho será recompensado no consumo.
A terceira dimensão fundamental do World Watch Institute refere-se ao processo de transição para a cultura da sustentabilidade. Embora difuso e descentralizado, ele converge para um conjunto de iniciativas em que o bem estar dos indivíduos e a resiliência dos ecossistemas tornam se finalidades explicitamente formuladas e não resultados da busca frenética e incessante por mais renda e mais consumo.

domingo, 13 de junho de 2010

Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, desde 1º/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o "coitadinho" não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.

Ou seja, ( falando agora no popular pra ser entendido).
Bandido com 5 filhos, alem de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3,991,50 da Previdencia Social.
Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suando igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter as fator previdenciário?
Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.

Isto é um incentivo a criminalidade nesse país, formado por corruptos e ladrões.

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 350, de 30/12/2009, do INSS


http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

Pergunto-lhes:

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?
2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?
3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?
4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?
5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?
6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vitimas?
7. Você acredita nas promessas dos politicos corruptos, ladrões eleitos pela grande massa de ignorantes em nosso país?
8. Você acredita no discurso da polícia que está se esforçando pra diminuir a criminalidade?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Bovespa perde os 60 mil pontos

"Bovespa perde os 60 mil pontos e retoma nível de setembro Análise gráfica sugere que rompimento deste suporte pode representar o aprofundamento das perdas ao longo dos próximos dias." - Valor online - 19/05/10.

Para onde será que vai o índice nos próximos dias?! Óbvio, vamos agitar um pouco o mercado e lucrar com a retomada da razão nas próximas semanas.

Às vezes me pergunto; - Existe racionalidade no mercado financeiro, ou realmente apenas seguimos a manada mesmo?

No mesmo jornal, a notícia é; “Petrobras comunica à ANP nova descoberta de óleo em Albacora Leste”. A PETR4 encerrou o pregão com queda de 1,85%. VALE5 encerra o mesmo pregão com queda de 1,88%. Alguém viu a cotação do minério de ferro nos últimos 12 meses? Ok pode haver ajuste de preços no futuro dado a vertiginosa elevação dos preços, mas então pergunto de novo; - Analisaram a tendência de demanda dessa commodity?

Sem ser ingênuo, todos sabemos da volatilidade do nosso mercado em razão do humor internacional e do fluxo de saída de dinheiro nesses momentos. Entretanto o que justifica uma queda de 20% do ativo (de $49 para $39) em apenas uma semana? Seria falta de governança corporativa nessas empresas? Acho que não...

De fato, pode jogar fora seus livros de finanças sobre análise fundamentalista quando investir no Brasil. É melhor estudar Psicologia de Massas, a chance de aumentar a rentabilidade do portfólio é maior!
Ah, ia me esquecendo... Estou comprando!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Dica de leitura


Como tornar saudável a vida louca que levamos?
Como lidar com as situações adversas e a pressão nos campos profissional e pessoal sem deixar que um interferira no outro?
"Supere - a arte de lidar com situações adversas", um livro de Eduardo Carmello é uma ótima ferramenta para ajudar a responder essas perguntas.
A obra é totalmente inspirada no conceito de resiliência, que significa a capacidade de um indivíduo em manter uma conduta sã em ambientes insanos, ou seja, a capacidade de o indivíduo sobrepor-se e construir-se positivamente frente às adversidades. Com um projeto gráfico diferenciado, que mescla fotos e desenhos com textos, o livro traz temas como as características das pessoas resilientes; como uma pessoa resiliente responde às adversidades; e sugestões para ajudar a pessoa resiliente a superar seus desafios; a importância de estar flexível para adaptar-se etc.
O objetivo deste livro é ajudar o leitor a encarar suas adversidades como oportunidades de mostrar e aprimorar sua força, sua competência e seu entusiasmo... É um conjunto de conhecimentos que inspira a encontrar idéias e soluções para ajudar a encarar as altas exigências do mundo moderno.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Saramago

Mais um dia tranqüilo como qualquer outro.

Imagine-se no transito a caminho de casa, e ao parar seu carro no sinal, você percebe subitamente que está cego... Como se sentiria?
Difícil saber, não é mesmo?
O ensaio sobre a cegueira fala sobre uma epidemia a principio altamente contagiosa, onde suas vítimas acabam enclausuradas em quarentena, para evitar contato com os demais moradores da cidade, enquanto as autoridades responsáveis tentam descobrir o que esta causando a cegueira em seus cidadãos.

A principal base do livro é mostrar como muitas vezes deixamos de dar atenção a coisas importantes, e que precisamos fazer esse resgate de nossas essências, mostrando com o isolamento de seus personagens, como redescobrimos as coisas que são realmente importantes, quando perdemos tudo.