Diversificação ao invés de concentração para suas reservas financeiras
Podemos traduzir o titulo para chefe centralizador ou um líder de sucesso. Os dois podem dar certo, mas o chefe centralizador tem menos chances de alcançar o objetivo.
Da mesma forma que fazemos nossas reservas financeiras. Com um investimento concentrado você pode ganhar belos rendimentos, mas pode perder tudo de uma só vez e com os investimentos diversificados você também pode perder, mas não tudo de uma só vez e sim a do investimento que não estava bom no momento e por outro lado você ganha com o que estava.
De acordo com o Sr. Louis Frankenberg (Diretor Executivo de Finanças da ANEFAC: se dez bancos pagam 0,8% de rendimento mensal e um banco paga 1,6% de rendimento mensal. Enquanto ele e eu também desconfiaríamos imediatamente daquele que paga 1,6%, e ficaria com algum dos outros, muitos irão preferir este ultimo. Sua reação mental quase sempre será a de colocar 100% do dinheiro no investimento de maior valor.
Tiago Dias da Silveira
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Cenário Econômico
Todas as pessoas deveriam se preocupar com a economia de todos os países, o que esta afetando outros países, pode muito bem afetar o nosso também, como aconteceu com a crise financeira de 2008/2009, com inicio nos EUA, e até mesmo quando o Tsunami devastou o Japão, um evento causado pela natureza, mas que afetou a economia de diversos locais.
Atualmente, para o PIB mundial, esta previsto um crescimento abaixo da do estimado, dificultando o crescimento das exportações, porém, com o dólar em baixa, com previsão de fechar o ano em torno de R$1,55, favorecendo as importações, mesmo com o Banco Central tentando interferir nisso.
No Brasil, mesmo com a inflação em alta, as empresas continuam com boas oportunidades para as empresas de alguns setores, como eletrodomésticos, móveis, material de construção, etc.
O Governo vem tentando cortar gastos, sem ter muito sucesso. Uma de suas atitudes para tentar segurar a inflação, é a elevação dos juros, encurtamento dos prazos, e o aumento do IOF. Até a nossa presidente Dilma Rousseff está preocupada não só com a inflação, mas também com o crescimento econômico do país, diz que a economia “ainda se mostra bastante vulnerável”.
A cada ano que passa, a vida tem se tornado cada vez mais cara no mundo, especialmente nos países emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China. Pesquisas mostram que o aumento nos preços pode chegar a 6,9% nas economias em desenvolvimento, contra 2,6% nas economias já desenvolvidas este ano.
Com todos os problemas econômicos internos e externos, as empresas devem ficar atentas para a pontualidade de pagamento dos clientes, e programar o seu fluxo de caixa para o momento de necessidade de crédito.
Para as pequenas e médias empresas, o momento está um pouco mais favorável, com o aumento do desembolso do BNDES para aqueles que pretendem obter crédito em longo prazo.
Com todo esse estresse econômico interno e externo, o Brasil é um dos poucos que não consegue aproveitar de fato o crescimento. Talvez o que mais atrapalha isso, talvez seja o fato do Brasil não ter a infra-estrutura necessária para suportar tal crescimento e mesmo com diversas medidas de aumento de juros e cortes nos gastos do governo, está quase impossível “melhorar” a taxa da inflação.
Rosi Góis
Participações: Tiago Silveira; Victor Oliveira; Débora Keyko e Mauro Sousa
Atualmente, para o PIB mundial, esta previsto um crescimento abaixo da do estimado, dificultando o crescimento das exportações, porém, com o dólar em baixa, com previsão de fechar o ano em torno de R$1,55, favorecendo as importações, mesmo com o Banco Central tentando interferir nisso.
No Brasil, mesmo com a inflação em alta, as empresas continuam com boas oportunidades para as empresas de alguns setores, como eletrodomésticos, móveis, material de construção, etc.
O Governo vem tentando cortar gastos, sem ter muito sucesso. Uma de suas atitudes para tentar segurar a inflação, é a elevação dos juros, encurtamento dos prazos, e o aumento do IOF. Até a nossa presidente Dilma Rousseff está preocupada não só com a inflação, mas também com o crescimento econômico do país, diz que a economia “ainda se mostra bastante vulnerável”.
A cada ano que passa, a vida tem se tornado cada vez mais cara no mundo, especialmente nos países emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China. Pesquisas mostram que o aumento nos preços pode chegar a 6,9% nas economias em desenvolvimento, contra 2,6% nas economias já desenvolvidas este ano.
Com todos os problemas econômicos internos e externos, as empresas devem ficar atentas para a pontualidade de pagamento dos clientes, e programar o seu fluxo de caixa para o momento de necessidade de crédito.
Para as pequenas e médias empresas, o momento está um pouco mais favorável, com o aumento do desembolso do BNDES para aqueles que pretendem obter crédito em longo prazo.
Com todo esse estresse econômico interno e externo, o Brasil é um dos poucos que não consegue aproveitar de fato o crescimento. Talvez o que mais atrapalha isso, talvez seja o fato do Brasil não ter a infra-estrutura necessária para suportar tal crescimento e mesmo com diversas medidas de aumento de juros e cortes nos gastos do governo, está quase impossível “melhorar” a taxa da inflação.
Rosi Góis
Participações: Tiago Silveira; Victor Oliveira; Débora Keyko e Mauro Sousa
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Esperança Real
Esperança Real
Hoje a nossa moeda “Real” completa 17 anos de idade, eu tinha apenas 9 anos na época, já começava a entender um pouco de dinheiro e ficava sempre junto do meu pai quando ele fazia o fechamento diário de seu faturamento do pequeno negocio que ele tinha. Cresci com está moeda que foi a esperança do nosso País que depois de tantos tropeços conseguiu, conseguiu não, está conseguindo dar a volta por cima. Parabenizo os Ex-Presidentes: Itamar Franco, FHC, Lula e principalmente a nos “povo Brasileiro” que seguiram firmes com ela. Ano que vem nossa moeda completa a maior idade, vai poder tirar sua Habilitação e quem sabe ir morar sozinha também, casar ter filhos e ser feliz com todo o Brasil e o mundo.
Tiago Dias
Hoje a nossa moeda “Real” completa 17 anos de idade, eu tinha apenas 9 anos na época, já começava a entender um pouco de dinheiro e ficava sempre junto do meu pai quando ele fazia o fechamento diário de seu faturamento do pequeno negocio que ele tinha. Cresci com está moeda que foi a esperança do nosso País que depois de tantos tropeços conseguiu, conseguiu não, está conseguindo dar a volta por cima. Parabenizo os Ex-Presidentes: Itamar Franco, FHC, Lula e principalmente a nos “povo Brasileiro” que seguiram firmes com ela. Ano que vem nossa moeda completa a maior idade, vai poder tirar sua Habilitação e quem sabe ir morar sozinha também, casar ter filhos e ser feliz com todo o Brasil e o mundo.
Tiago Dias
domingo, 5 de junho de 2011
Participação de contadores no debate da reforma tributária
Deputados defendem participação de contadores no debate da reforma tributária
A importância do envolvimento de contadores na elaboração da proposta de reforma tributária permeou os discursos de parlamentares e convidados que participaram da sessão solene em homenagem ao Dia Nacional do Empresário Contábil e ao Dia do Contabilista, comemorados nos dias 12 de janeiro e 25 de abril, respectivamente.
O deputado Izalci (PR-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão, destacou que conhecimento dos contabilistas pode contribuir para uma proposta concreta de reforma. Também autor do requerimento, o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) lembrou que os contabilistas já estão engajados na defesa da redução de tributos e uma ampla reforma tributária. “Não podemos ficar de fora da reforma tributária”, afirmou Lopes, que é contador.
O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – Fenacon, Valdir Pietrobon, destacou que a atuação da categoria por uma reforma tributária que reduza a carga de impostos é apartidária. “Temos condições de ajudar o país a ser um país livre de corrupção”, afirmou.
Fonte: Agência Câmara
Tiago Dias
A importância do envolvimento de contadores na elaboração da proposta de reforma tributária permeou os discursos de parlamentares e convidados que participaram da sessão solene em homenagem ao Dia Nacional do Empresário Contábil e ao Dia do Contabilista, comemorados nos dias 12 de janeiro e 25 de abril, respectivamente.
O deputado Izalci (PR-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão, destacou que conhecimento dos contabilistas pode contribuir para uma proposta concreta de reforma. Também autor do requerimento, o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) lembrou que os contabilistas já estão engajados na defesa da redução de tributos e uma ampla reforma tributária. “Não podemos ficar de fora da reforma tributária”, afirmou Lopes, que é contador.
O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – Fenacon, Valdir Pietrobon, destacou que a atuação da categoria por uma reforma tributária que reduza a carga de impostos é apartidária. “Temos condições de ajudar o país a ser um país livre de corrupção”, afirmou.
Fonte: Agência Câmara
Tiago Dias
terça-feira, 10 de maio de 2011
Cheque sem fundo
O uso do cheque como forma de pagamento vem caindo a cada ano apesar disso ainda é grande o numero de cheques sem fundos.
A devolução de um cheque é uma dor de cabeça tanto para quem o recebe quanto para quem o emite.
Os cheques devolvidos por falta de fundos na segunda apresentação, obrigam o banco a incluir seu emitente no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques Sem Fundo do Banco Central).
O custo para tirar o nome do cadastro está entre uma das tarifas mais caras, pode custar até R$ 49,00 por folha.
"O banco só poderá cobrar a tarifa de exclusão do CCF no momento em que o consumidor resgatar o cheque, liquidá-lo no proprio banco". Explica a economista do IDEC, Ione Amirim.
Fonte: 100% Bairro - SP 04/2011 ano 3
Tiago Dias da Silveira
A devolução de um cheque é uma dor de cabeça tanto para quem o recebe quanto para quem o emite.
Os cheques devolvidos por falta de fundos na segunda apresentação, obrigam o banco a incluir seu emitente no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques Sem Fundo do Banco Central).
O custo para tirar o nome do cadastro está entre uma das tarifas mais caras, pode custar até R$ 49,00 por folha.
"O banco só poderá cobrar a tarifa de exclusão do CCF no momento em que o consumidor resgatar o cheque, liquidá-lo no proprio banco". Explica a economista do IDEC, Ione Amirim.
Fonte: 100% Bairro - SP 04/2011 ano 3
Tiago Dias da Silveira
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Campanha publicitária:
Campanha publicitária:
•
• "Crie filhos em vez de herdeiros."
• "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
• "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
• "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
• "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
• "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
• "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
• "Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
• "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
• "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
Tiago Dias da Silveira
•
• "Crie filhos em vez de herdeiros."
• "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
• "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
• "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
• "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
• "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
• "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
• "Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
• "...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
• "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
Tiago Dias da Silveira
terça-feira, 5 de abril de 2011
Como fazer amigos e influenciar pessoas por Dale Carnegie
No seu livro: Como fazer amigos e influenciar pessoas, muito mais do que o título pode sugerir, Dale Carnegie escreve, na verdade, um manual de psicologia. Ensinando a melhor forma de lidar e liderar pessoas.
Como cita em seu livro, John Rockefeller disse uma vez: “A habilidade em lidar com pessoas é uma mercadoria negociável como açúcar ou café.. E irei pagar mais por essa mercdoria do que qualquer outra que esteja abaixo do sol.” Após 80 anos, a afirmação de Rockefeller continua sendo mais válida ainda, já que no século XXI, não há nada mais rentável e importante do que reunir e influenciar pessoas.
Quanto às dicas, das quais considero serem muito valiosas, estudadas no livro são:
1- Comece com um elogio e uma honesta avaliação.
2- Chame a atenção para os erros das pessoas indiretamente.
3- Fale sobre seus próprios erros antes de criticar a outra pessoa.
4- Faça perguntas ao invés de dar ordens diretas.
5- Numa situação difícil, poupe a outra pessoa.
6- Elogie a menor melhoria no desempenho e elogie ainda mais a cada esforço.
Seja verdadeiro na avaliação e generoso nos elogios.
7- De a outra pessoa uma boa reputação.
8- Encoraje os outros, faça que com que um erro pareça ser fácil de corrigir.
9- Faça com que a outra pessoa se sinta feliz ao fazer algo que você sugeriu.
Como cita em seu livro, John Rockefeller disse uma vez: “A habilidade em lidar com pessoas é uma mercadoria negociável como açúcar ou café.. E irei pagar mais por essa mercdoria do que qualquer outra que esteja abaixo do sol.” Após 80 anos, a afirmação de Rockefeller continua sendo mais válida ainda, já que no século XXI, não há nada mais rentável e importante do que reunir e influenciar pessoas.
Quanto às dicas, das quais considero serem muito valiosas, estudadas no livro são:
1- Comece com um elogio e uma honesta avaliação.
2- Chame a atenção para os erros das pessoas indiretamente.
3- Fale sobre seus próprios erros antes de criticar a outra pessoa.
4- Faça perguntas ao invés de dar ordens diretas.
5- Numa situação difícil, poupe a outra pessoa.
6- Elogie a menor melhoria no desempenho e elogie ainda mais a cada esforço.
Seja verdadeiro na avaliação e generoso nos elogios.
7- De a outra pessoa uma boa reputação.
8- Encoraje os outros, faça que com que um erro pareça ser fácil de corrigir.
9- Faça com que a outra pessoa se sinta feliz ao fazer algo que você sugeriu.
Assinar:
Postagens (Atom)