Nota Fiscal Paulistana diferente da Nota Fiscal Paulista (NFP).
- Nota Fiscal Paulista credito de 30% do ICMS recolhido em compras de mercadorias em todo o estado de São Paulo. Podendo ser reverdido no cartão de credito, conta corrente ou no IPVA.
- Nota Fiscal Paulistana creditos que podem ser abatidos em ate 100% do IPTU dos imoveis da cidade de São Paulo de todos os serviços tomados na cidade. O credito pode ser revertido também em conta corrente e como na NFP ela também vai fazer sorteios diversos e para cada cupom o contribuinte tem que ter pedido R$ 50,00 em notas.
Abaixo o link para cadastro:
http://www.nfpaulistana.prefeitura.sp.gov.br/index.asp.
Mais uma vez poderemos atuar como fiscais das empresas sonegadoras, que não emitem notas de todas as vendas e/ou serviços prestados, seja mais fiscal.
Tiago Dias da Silveira - 03.08.2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Extinção de obrigações acessórias (DES, DAME e DMS)
A Lei nº 15.406/11 promoveu diversas alterações na legislação tributária do Município de São Paulo, dentre elas destaco a extinção de uma das declarações fiscais a seguir:
Declaração Eletrônica de Serviços (DES):
A DES é um programa que o declarante instala em seu computador para escriturar os documentos fiscais emitidos (notas fiscais de serviço, notas fiscais faturas de serviço, cupom fiscal, recibo, etc.) e também os documentos recebidos relativos a serviços tomados de terceiros. O declarante deve usar a DES para gerar as declarações eletrônicas e transmiti-las pela internet à Prefeitura Municipal de São Paulo.
A DES se inicio em 2003 e chega a seu fim agora em 2011, veio para substituir os livros, 51, 53 entre outros que tomavam muito tempo para serem escriturados nos escritorios de contabilidade em seus departamentos fiscais. Ajudou muito com a uniformização das informações e principalmente com a velocidade que as informações chegavam a prefeitura. Em seus poucos anos de vida eu nunca escutei falar que alguma empresa foi autuada pela não entrega ou atraso da DES e principalmente em ter sofrido alguma fiscalização por causa dela.
Agora estamos em uma nova era SPED Fiscal, Contábil, NF-e, DANFE etc... Espero que está evolução só venha trazer progresso e responsabilidade a todos (empresarios, governandes, contribuintes e etc...)
SP. 01.08.2011
Tiago Dias da Silveira
Declaração Eletrônica de Serviços (DES):
A DES é um programa que o declarante instala em seu computador para escriturar os documentos fiscais emitidos (notas fiscais de serviço, notas fiscais faturas de serviço, cupom fiscal, recibo, etc.) e também os documentos recebidos relativos a serviços tomados de terceiros. O declarante deve usar a DES para gerar as declarações eletrônicas e transmiti-las pela internet à Prefeitura Municipal de São Paulo.
A DES se inicio em 2003 e chega a seu fim agora em 2011, veio para substituir os livros, 51, 53 entre outros que tomavam muito tempo para serem escriturados nos escritorios de contabilidade em seus departamentos fiscais. Ajudou muito com a uniformização das informações e principalmente com a velocidade que as informações chegavam a prefeitura. Em seus poucos anos de vida eu nunca escutei falar que alguma empresa foi autuada pela não entrega ou atraso da DES e principalmente em ter sofrido alguma fiscalização por causa dela.
Agora estamos em uma nova era SPED Fiscal, Contábil, NF-e, DANFE etc... Espero que está evolução só venha trazer progresso e responsabilidade a todos (empresarios, governandes, contribuintes e etc...)
SP. 01.08.2011
Tiago Dias da Silveira
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Diversificação ao invés de concentração para suas reservas financeiras
Diversificação ao invés de concentração para suas reservas financeiras
Podemos traduzir o titulo para chefe centralizador ou um líder de sucesso. Os dois podem dar certo, mas o chefe centralizador tem menos chances de alcançar o objetivo.
Da mesma forma que fazemos nossas reservas financeiras. Com um investimento concentrado você pode ganhar belos rendimentos, mas pode perder tudo de uma só vez e com os investimentos diversificados você também pode perder, mas não tudo de uma só vez e sim a do investimento que não estava bom no momento e por outro lado você ganha com o que estava.
De acordo com o Sr. Louis Frankenberg (Diretor Executivo de Finanças da ANEFAC: se dez bancos pagam 0,8% de rendimento mensal e um banco paga 1,6% de rendimento mensal. Enquanto ele e eu também desconfiaríamos imediatamente daquele que paga 1,6%, e ficaria com algum dos outros, muitos irão preferir este ultimo. Sua reação mental quase sempre será a de colocar 100% do dinheiro no investimento de maior valor.
Tiago Dias da Silveira
Podemos traduzir o titulo para chefe centralizador ou um líder de sucesso. Os dois podem dar certo, mas o chefe centralizador tem menos chances de alcançar o objetivo.
Da mesma forma que fazemos nossas reservas financeiras. Com um investimento concentrado você pode ganhar belos rendimentos, mas pode perder tudo de uma só vez e com os investimentos diversificados você também pode perder, mas não tudo de uma só vez e sim a do investimento que não estava bom no momento e por outro lado você ganha com o que estava.
De acordo com o Sr. Louis Frankenberg (Diretor Executivo de Finanças da ANEFAC: se dez bancos pagam 0,8% de rendimento mensal e um banco paga 1,6% de rendimento mensal. Enquanto ele e eu também desconfiaríamos imediatamente daquele que paga 1,6%, e ficaria com algum dos outros, muitos irão preferir este ultimo. Sua reação mental quase sempre será a de colocar 100% do dinheiro no investimento de maior valor.
Tiago Dias da Silveira
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Cenário Econômico
Todas as pessoas deveriam se preocupar com a economia de todos os países, o que esta afetando outros países, pode muito bem afetar o nosso também, como aconteceu com a crise financeira de 2008/2009, com inicio nos EUA, e até mesmo quando o Tsunami devastou o Japão, um evento causado pela natureza, mas que afetou a economia de diversos locais.
Atualmente, para o PIB mundial, esta previsto um crescimento abaixo da do estimado, dificultando o crescimento das exportações, porém, com o dólar em baixa, com previsão de fechar o ano em torno de R$1,55, favorecendo as importações, mesmo com o Banco Central tentando interferir nisso.
No Brasil, mesmo com a inflação em alta, as empresas continuam com boas oportunidades para as empresas de alguns setores, como eletrodomésticos, móveis, material de construção, etc.
O Governo vem tentando cortar gastos, sem ter muito sucesso. Uma de suas atitudes para tentar segurar a inflação, é a elevação dos juros, encurtamento dos prazos, e o aumento do IOF. Até a nossa presidente Dilma Rousseff está preocupada não só com a inflação, mas também com o crescimento econômico do país, diz que a economia “ainda se mostra bastante vulnerável”.
A cada ano que passa, a vida tem se tornado cada vez mais cara no mundo, especialmente nos países emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China. Pesquisas mostram que o aumento nos preços pode chegar a 6,9% nas economias em desenvolvimento, contra 2,6% nas economias já desenvolvidas este ano.
Com todos os problemas econômicos internos e externos, as empresas devem ficar atentas para a pontualidade de pagamento dos clientes, e programar o seu fluxo de caixa para o momento de necessidade de crédito.
Para as pequenas e médias empresas, o momento está um pouco mais favorável, com o aumento do desembolso do BNDES para aqueles que pretendem obter crédito em longo prazo.
Com todo esse estresse econômico interno e externo, o Brasil é um dos poucos que não consegue aproveitar de fato o crescimento. Talvez o que mais atrapalha isso, talvez seja o fato do Brasil não ter a infra-estrutura necessária para suportar tal crescimento e mesmo com diversas medidas de aumento de juros e cortes nos gastos do governo, está quase impossível “melhorar” a taxa da inflação.
Rosi Góis
Participações: Tiago Silveira; Victor Oliveira; Débora Keyko e Mauro Sousa
Atualmente, para o PIB mundial, esta previsto um crescimento abaixo da do estimado, dificultando o crescimento das exportações, porém, com o dólar em baixa, com previsão de fechar o ano em torno de R$1,55, favorecendo as importações, mesmo com o Banco Central tentando interferir nisso.
No Brasil, mesmo com a inflação em alta, as empresas continuam com boas oportunidades para as empresas de alguns setores, como eletrodomésticos, móveis, material de construção, etc.
O Governo vem tentando cortar gastos, sem ter muito sucesso. Uma de suas atitudes para tentar segurar a inflação, é a elevação dos juros, encurtamento dos prazos, e o aumento do IOF. Até a nossa presidente Dilma Rousseff está preocupada não só com a inflação, mas também com o crescimento econômico do país, diz que a economia “ainda se mostra bastante vulnerável”.
A cada ano que passa, a vida tem se tornado cada vez mais cara no mundo, especialmente nos países emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China. Pesquisas mostram que o aumento nos preços pode chegar a 6,9% nas economias em desenvolvimento, contra 2,6% nas economias já desenvolvidas este ano.
Com todos os problemas econômicos internos e externos, as empresas devem ficar atentas para a pontualidade de pagamento dos clientes, e programar o seu fluxo de caixa para o momento de necessidade de crédito.
Para as pequenas e médias empresas, o momento está um pouco mais favorável, com o aumento do desembolso do BNDES para aqueles que pretendem obter crédito em longo prazo.
Com todo esse estresse econômico interno e externo, o Brasil é um dos poucos que não consegue aproveitar de fato o crescimento. Talvez o que mais atrapalha isso, talvez seja o fato do Brasil não ter a infra-estrutura necessária para suportar tal crescimento e mesmo com diversas medidas de aumento de juros e cortes nos gastos do governo, está quase impossível “melhorar” a taxa da inflação.
Rosi Góis
Participações: Tiago Silveira; Victor Oliveira; Débora Keyko e Mauro Sousa
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Esperança Real
Esperança Real
Hoje a nossa moeda “Real” completa 17 anos de idade, eu tinha apenas 9 anos na época, já começava a entender um pouco de dinheiro e ficava sempre junto do meu pai quando ele fazia o fechamento diário de seu faturamento do pequeno negocio que ele tinha. Cresci com está moeda que foi a esperança do nosso País que depois de tantos tropeços conseguiu, conseguiu não, está conseguindo dar a volta por cima. Parabenizo os Ex-Presidentes: Itamar Franco, FHC, Lula e principalmente a nos “povo Brasileiro” que seguiram firmes com ela. Ano que vem nossa moeda completa a maior idade, vai poder tirar sua Habilitação e quem sabe ir morar sozinha também, casar ter filhos e ser feliz com todo o Brasil e o mundo.
Tiago Dias
Hoje a nossa moeda “Real” completa 17 anos de idade, eu tinha apenas 9 anos na época, já começava a entender um pouco de dinheiro e ficava sempre junto do meu pai quando ele fazia o fechamento diário de seu faturamento do pequeno negocio que ele tinha. Cresci com está moeda que foi a esperança do nosso País que depois de tantos tropeços conseguiu, conseguiu não, está conseguindo dar a volta por cima. Parabenizo os Ex-Presidentes: Itamar Franco, FHC, Lula e principalmente a nos “povo Brasileiro” que seguiram firmes com ela. Ano que vem nossa moeda completa a maior idade, vai poder tirar sua Habilitação e quem sabe ir morar sozinha também, casar ter filhos e ser feliz com todo o Brasil e o mundo.
Tiago Dias
domingo, 5 de junho de 2011
Participação de contadores no debate da reforma tributária
Deputados defendem participação de contadores no debate da reforma tributária
A importância do envolvimento de contadores na elaboração da proposta de reforma tributária permeou os discursos de parlamentares e convidados que participaram da sessão solene em homenagem ao Dia Nacional do Empresário Contábil e ao Dia do Contabilista, comemorados nos dias 12 de janeiro e 25 de abril, respectivamente.
O deputado Izalci (PR-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão, destacou que conhecimento dos contabilistas pode contribuir para uma proposta concreta de reforma. Também autor do requerimento, o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) lembrou que os contabilistas já estão engajados na defesa da redução de tributos e uma ampla reforma tributária. “Não podemos ficar de fora da reforma tributária”, afirmou Lopes, que é contador.
O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – Fenacon, Valdir Pietrobon, destacou que a atuação da categoria por uma reforma tributária que reduza a carga de impostos é apartidária. “Temos condições de ajudar o país a ser um país livre de corrupção”, afirmou.
Fonte: Agência Câmara
Tiago Dias
A importância do envolvimento de contadores na elaboração da proposta de reforma tributária permeou os discursos de parlamentares e convidados que participaram da sessão solene em homenagem ao Dia Nacional do Empresário Contábil e ao Dia do Contabilista, comemorados nos dias 12 de janeiro e 25 de abril, respectivamente.
O deputado Izalci (PR-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão, destacou que conhecimento dos contabilistas pode contribuir para uma proposta concreta de reforma. Também autor do requerimento, o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE) lembrou que os contabilistas já estão engajados na defesa da redução de tributos e uma ampla reforma tributária. “Não podemos ficar de fora da reforma tributária”, afirmou Lopes, que é contador.
O presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas – Fenacon, Valdir Pietrobon, destacou que a atuação da categoria por uma reforma tributária que reduza a carga de impostos é apartidária. “Temos condições de ajudar o país a ser um país livre de corrupção”, afirmou.
Fonte: Agência Câmara
Tiago Dias
terça-feira, 10 de maio de 2011
Cheque sem fundo
O uso do cheque como forma de pagamento vem caindo a cada ano apesar disso ainda é grande o numero de cheques sem fundos.
A devolução de um cheque é uma dor de cabeça tanto para quem o recebe quanto para quem o emite.
Os cheques devolvidos por falta de fundos na segunda apresentação, obrigam o banco a incluir seu emitente no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques Sem Fundo do Banco Central).
O custo para tirar o nome do cadastro está entre uma das tarifas mais caras, pode custar até R$ 49,00 por folha.
"O banco só poderá cobrar a tarifa de exclusão do CCF no momento em que o consumidor resgatar o cheque, liquidá-lo no proprio banco". Explica a economista do IDEC, Ione Amirim.
Fonte: 100% Bairro - SP 04/2011 ano 3
Tiago Dias da Silveira
A devolução de um cheque é uma dor de cabeça tanto para quem o recebe quanto para quem o emite.
Os cheques devolvidos por falta de fundos na segunda apresentação, obrigam o banco a incluir seu emitente no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques Sem Fundo do Banco Central).
O custo para tirar o nome do cadastro está entre uma das tarifas mais caras, pode custar até R$ 49,00 por folha.
"O banco só poderá cobrar a tarifa de exclusão do CCF no momento em que o consumidor resgatar o cheque, liquidá-lo no proprio banco". Explica a economista do IDEC, Ione Amirim.
Fonte: 100% Bairro - SP 04/2011 ano 3
Tiago Dias da Silveira
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